Manifestantes pró-Bolsonaro invadem os principais escritórios do governo brasileiro
Os distúrbios na capital brasileira culminam meses de tensão após a vitória de Lula sobre Bolsonaro nas eleições presidenciais de 30 de outubro.

9 de janeiro de 2023
Apoiadores do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que se recusam a aceitar sua derrota eleitoral, invadiram o Congresso, o Supremo Tribunal Federal e o Palácio da Alvorada, uma semana após a posse de seu rival de esquerda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No domingo, milhares de manifestantes contornaram as barricadas de segurança, subiram em telhados, quebraram janelas e invadiram os três prédios da capital, Brasília, que se acreditava estarem praticamente vazios no fim de semana.
Alguns manifestantes pediram uma intervenção militar para restaurar o presidente de extrema-direita Bolsonaro ao poder ou para destituir Lula da presidência.
Em uma coletiva de imprensa no estado de São Paulo, Lula acusou Bolsonaro de incentivar a revolta daqueles que ele chamou de “fanáticos fascistas” e leu um decreto recém-assinado para que o governo federal assuma o controle da segurança no Distrito Federal.
Bolsonaro, que viajou para a Flórida antes da posse de Lula, repudiou a acusação do presidente no final do domingo. Ele escreveu no Twitter que o protesto pacífico faz parte da democracia, mas o vandalismo e a invasão de prédios públicos são “exceções à regra”.
A polícia lançou gás lacrimogêneo em seus esforços para retomar o controle dos prédios e, no final da tarde, imagens da televisão mostraram manifestantes sendo conduzidos por uma rampa que dava acesso ao palácio presidencial, com as mãos amarradas nas costas.
No início da noite, com o controle dos edifícios restabelecido pelas autoridades, o Ministro da Justiça, Flavio Dino, afirmou em coletiva de imprensa que cerca de 200 pessoas haviam sido presas e que os policiais estavam lançando mais gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que ainda permaneciam no local.
Apoiadores de Bolsonaro protestam contra a vitória eleitoral de Lula desde 30 de outubro, bloqueando ruas, incendiando veículos e se reunindo em frente a prédios militares, pressionando as Forças Armadas a intervir. O presidente do Tribunal Constitucional Federal rejeitou o pedido de Bolsonaro e seu partido para anular os votos depositados na maioria das urnas eletrônicas.
Nova fonte:
https://www.aljazeera.com/gallery/2023/1/9/pro-bolsonaro-rioters-storm-brazils-top-government-offices
Traje anti-distúrbios SENKEN.
Uma boa escolha para manter os policiais em segurança.
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